• Informação para a comunidade
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    Quem está em risco? 

    Qualquer pessoa pode ter pensamentos suicidas. 

    Existem alguns fatores de risco a ter em conta, especialmente em tempos de pandemia: 

    • Doença mental prévia 
    • Doença física incapacitante 
    • História de abuso de álcool ou drogas 
    • Tentativas de suicídio prévias 
    • Ausência de suporte social e grande sensação de isolamento 
    • Perdas, de qualquer tipo (laboral, financeira, social e relacional)
    • Dificuldade em pedir ajuda
    • Exposição direta ou indireta a casos de suicídio 
    • Mais fácil acesso a meios letais 

    Quais são os sinais de alarme? 

    Podem ser indícios de potencial comportamento suicidário: 

    • Melancolia, grande tristeza, desesperança e pessimismo 
    • Abuso de álcool ou drogas 
    • Expressão de sentimentos ou pensamentos relacionados com suicídio ou morte 
    • Modificações importantes dos hábitos alimentares ou do sono 
    • Progressivo distanciamento social de familiares e amigos 
    • Falta de interesse nas atividades que habitualmente davam prazer 
    • Procura ativa de meios letais 

    Estou com pensamentos de suicídio. O que devo fazer? 

    Os pensamentos de suicídio podem afetar qualquer pessoa, de qualquer idade ou género e em qualquer momento. Se tem ideias de suicídio é provável que exista uma sensação de desesperança e inutilidade há algum tempo. Pode não saber o que provocou estas ideias. Habitualmente é uma combinação de fatores e pode não haver uma causa evidente. 

    É natural que sinta que não há nada a fazer. Não é verdade. Tem a quem pedir ajuda.

    Contacte o Serviço de Saúde Mental do Hospital da sua região – Adultos, Infância e Adolescência.

    A linha SNS 24 (808 24 24 24 e https://www.sns24.gov.pt/) e o 112 também estão disponíveis.

    Entre em contacto através das Linhas de Crise.

    O que fazer quando uma pessoa está em perigo? 

    Perante a suspeita de que alguém está em risco deve: 

    • Manter o contacto com a pessoa
    • Mostrar-se disponível para ouvir
    • Não desvalorizar ou minimizar os sentimentos da pessoa 
    • Não fazer juízos de valor 
    • Procurar ajuda 

    O isolamento físico não é sinónimo de isolamento social. O telefone e as novas tecnologias proporcionam formas de comunicação mesmo à distância. É fundamental manter o contacto através de telefonemas, videochamadas ou mensagens. 

    Onde pedir ajuda? 

    Pode contactar diretamente o ou o Serviço de Saúde Mental do Hospital da sua região – Adultos, Infância e Adolescência. Lembre-se que o atendimento é feito preferencialmente por via telefónica.  

    Lembre-se que o atendimento é feito preferencialmente por via telefónica.  

    A linha SNS 24 (808 242424) https://www.sns24.gov.pt/ e o 112 também estão disponíveis.

    Pode ainda usar as Linhas de Crise.

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    Prevenção do Suicídio | Manual para a Comunidade