Serviços Locais de Saúde Mental do SNS: O que muda?

A atual situação de pandemia determinada pela COVID-19 implica mudança das rotinas e, sobretudo, respostas adaptadas a novas realidades nos Serviços de Saúde Mental.

As habituais respostas aos doentes psiquiátricos mantêm-se, continuando a existir consultas (agora “não presenciais”, via telefone), internamento e urgências psiquiátricas.

A psiquiatria de ligação aos outros serviços do hospital também está mantida.

Existem novas respostas adaptadas à pandemia COVID-19?

Sim, os Serviços de Psiquiatria e Saúde Mental organizaram-se no sentido de responder a eventuais pedidos de apoio dos profissionais da saúde e a solicitações dos Cuidados Primários de Saúde (CSP).

Há uma resposta dirigida a doentes COVID+ e suas famílias.

Existem, também, apoios telefónicos a estruturas e organismos externos ao Serviço Nacional de Saúde, como é o caso de autarquias, segurança social, lares de idosos, cuidados continuados ou estruturas regionais de apoio às vítimas de violência doméstica.

Porquê a mudança para atendimento não presencial, feito pelo telefone?

Para cumprir as indicações de confinamento em casa dadas pelo Governo e pela Direção Geral de Saúde, destinadas a conter o contágio o mais possível.

Não se pode ir à urgência de psiquiatria?

O recurso presencial das pessoas à urgência de psiquiatria é possível, mas deve ser evitado. Antes de decidir ir a uma urgência psiquiátrica ligue para o seu Centro de Saúde, que contactará o Serviço de Psiquiatria e Saúde Mental da sua área de residência em caso de necessidade. Também pode contactar diretamente o Serviço de Saúde Mental do Hospital da sua região – AdultosInfância e Adolescência.

Cumpra as orientações que lhe forem dadas. Só deverá deslocar-se ao serviço de urgência se for essa a indicação dada pelo profissional de saúde com quem falar pelo telefone.